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literatura porca

14.8.09

desenho de janela (apenas o essencial)

bom dia,
veias entupidas de piche,
tiras de luz a pino,
deslocamento pendular
sem eixo,
sem eira,
nem beira.

todo dia é sempre igual:
as veias esticadas ao sol,
as pessoas dentro delas
e que nelas divagam
obstinadas,
obliteradas,
absorvidas.

bom dia,
pode acreditar,
é um sotaque fácil.
_____
Postado por Andre Mantelli
Marcadores: literatura porca, mantelli, poesia, são paulo

Um comentário:

lili disse...

eu gosto de são paulo...

18 de agosto de 2009 às 00:19

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